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17 de outubro de 2019

Manjares nos Claustros em Estremoz


26 de Outubro, 18:30h

Durante uma noite única a prioresa do Convento das Maltezas recebe no interior das seculares paredes do Convento uma embaixada de freiras, monges e sábios cientistas, bem com a Vós curiosos peregrinos.

Porque as demandas da Fé e do Saber desgastam Vossas vestes e enfraquecem Vossos físicos, temos para Vós vestes quentes e alimentos para o corpo e para a Alma.
O Convento das Maltezas é o lugar privilegiado para numa noite de Outono, em torno de uma ceia monástica, contactar com algumas das personagens que moldaram a forma como os Homens foram encarando o Universo que os rodeia.

Da perfeição das esferas de cristal de Aristóteles, onde se encontram pendurados os planetas do nosso sistema Solar até à maravilhosa visão que a Ciência actual nos proporciona, um longo caminho foi percorrido…

As INSCRIÇÕES são LIMITADAS e DECORREM até dia 22 DE OUTUBRO, AQUI

"Manjares nos Claustros | Viagens No Cosmos" é organizado numa parceria entre a Ad Ruina (Nuno Mourinha e Vasco Abegoaria) e o Centro de Ciência Viva de Estremoz.
Este evento conta ainda com o apoio da Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Portalegre, do Centro Educativo Alice Nabeiro, do Município de Montemor-o-Novo, do Município de Évora, da Irmandade da Cerveja, do Município de Estremoz, da Escola de Ciências e Tecnologia da Universidade de Évora, do Instituto de Ciências da Terra e da Ciência Viva - Agência Nacional para a Cultura Científica e Tecnológica.

Honrai-nos com a Vossa Presença!

27 de setembro de 2017

Manjares nos Claustros


Manjares nos Clautros

​Recriação Histórica de um jantar monástico de século XVI/XVII
Viagens no Cosmos | Intervenção Científica
14 de outubro 2017

Estando o Centro Ciência Viva de Estremoz localizado no antigo Convento das Maltezas, pareceu-nos que a realização de um jantar monástico nestas instalações seria uma experiência única que integrando o conceito científico com uma refeição conventual típica dos séc. XVI/XVII numa noite alentejana, poderia reunir todas as condições para se tornar um evento inolvidável.


As INSCRIÇÕES são LIMITADAS e DECORREM até dia 9 DE OUTUBRO em www.ccvestremoz.uevora.pt/jantar-monastico/.

O PROGRAMA, a EMENTA, as ATIVIDADES CIENTÍFICAS e de ANIMAÇÃO, estão disponíveis em www.ccvestremoz.uevora.pt/jantar-monastico/.

​A CIÊNCIA, a GASTRONOMIA, a HISTÓRIA, o ARTESANATO e a MÚSICA auxiliam uma viagem no tempo até ao século XVII, permitindo experienciar como seria, em todo o seu esplendor, um banquete monástico!

Esta iniciativa teve origem e continuará a ser desenvolvida numa colaboração entre Ad Ruina e o Centro de Ciência Viva de Estremoz, com a participação de inúmeras instituições, públicas e privadas com intuito de envolver as mais diversas forças vivas locais e regionais como sejam, o Município de Estremoz, a Escola de Ciências e Tecnologia da Universidade de Évora, a Universidade de Évora, o Instituto de Ciências da Terra e a Agência Nacional Ciência Viva.

Alguma questão, não hesites em contactar 268 334 285 - 968 312 768 - 912 165 111 ou através de email ccvestremoz(@)uevora.pt

Honra-nos com a Tua Presença!

17 de julho de 2013

Manjares e Viagens no Claustro...




(Nota: o menú está nas vésperas...)

Se actualmente a Ciência está e é produzida principalmente nas universidades e nos laboratórios de
investigação, tempos houve em que os Conventos apareciam não só como locais de Culto, mas também como templos do Saber. O Convento das Maltezas surge assim como um local privilegiado para numa noite de Verão em torno de um ceia monástica contactar com algumas das personagens que moldaram a forma como os Homens foram encarando o Universo que os rodeia. Da perfeição das esferas de cristal de Aristóteles, onde se encontravam pendurados os planetas do nosso Sistema Solar, até à maravilhosa visão que a Ciência Actual nos proporciona um longo caminho foi percorrido... Quase 2500 anos de mudanças que, longe de serem graduais, representam essencialmente rupturas bruscas resultantes do trabalho e da criatividade de alguns que, precisamente por esses contributos, nos habituámos a considerar como Génios.